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NAVEGANDO PELO INTERIOR DA FRANÇA

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NAVEGANDO PELO INTERIOR DA FRANÇA

O interior da França é tão rico em cultura e paisagens medievais, que encantam os olhos de qualquer pessoa. Normalmente poucos turistas conhecem estas riquezas pois ouve-se muito pouco a respeito da navegação fluvial pelo interior da França. A maioria conhece em Paris, porém aqui você vai saber um pouco mais.

Bateau-mouche

Muitas pessoas já ouviram e também já usaram os famosos "Bateau-mouche" (tipo de embarcação desenhada para servir como plataforma de visita turística, que navegam normalmente em águas fluviais, e que tem o convés superior aberto com ou sem uma cobertura transparente, para os passageiros poderem apreciar a paisagem) - definição da wikipédia , normalmente muito usado em Paris no rio Sena.




Bateaux Hôtelier
Mas também tem os "Bateaux Hôteliers" (barcos hotéis) que circulam muito pelas vias fluviais da França e Europa. Na França tem uma modalidade muito interessante que é o "Pénichettes", são barcos com acomodações de 2 até 12 pessoas, ideal para uma ou duas famílias em férias. 

O mais legal é que você pode alugar um desses e navegar pelas águas calmas do interior da França sem licença de navegação, atracar nos lugares certos e curtir cada cantinho de forma única e especial.


Pénichettes
Veja alguns lugares especiais: 

- Canal du Midi e Camargue
- Midi Minervois
- Camargue
- Midi Lauragaissouth West
- Gascogne, Lot, Baise, Tarn
- Brittany
- Brittany Ardennes e Alsácia-Lorena
- Ardennes
- Borgonha Saône
- Borgonha e Bresse
- Saône Franche-Comté & Saône-Lyonnais
- Borgonha & Nivernais Loire
- Borgonha - Yonne - Nivernais
- Loire & Loing
- Loire & Nivernais
- Nivernais
- O vale Lot

Borgonha
Como pode ver, são lugares lindos para se visitar ou com os "Pénichettes" ou "Bateaux Hôteliers". É uma forma diferente, gostosa e inesquecível de se divertir e conhecer estes encantadores lugares.

Uma atração a parte são as eclusas ( obra de engenharia hidráulica que permite que embarcações subam ou desçam os rios ou mares em locais onde há desníveis) conforme definição do site: https://pt.wikipedia.org/wiki/Eclusa

Como elas variam de tamanho e acomodam entre 6 e 20 passageiros, as embarcações possuem painéis de madeira fina, carpetes e uma mistura de decoração antiga e tradicional. A equipe a bordo dos barcos hotéis falam Inglês que inclui Capitão, Master Chef, governanta e guia de turismo. São mobilados com todo o conforto moderno, aquecimento central e mais são climatizados. A maioria dos navios também têm um spa-piscina no terraço e bicicletas a bordo para ser usado em seu lazer.
Britanny

Já os que são locados exclusivamente para você, tem manual do capitão e kits especiais.

Nossa referência para você: http://www.gobarging.com e http://www.locaboat.com/

Divirta-se, estas é a recomendação da equipe do "Paris Doux Rêves".

facebook : #parisdouxreves #francemagazine

Abaixo você vê as fotos de alguns lugares.



canal-du-midi

Le-Boat-Canal-du-Nivernais


Saone

Fontes:



Texto e Redação: Rogério Toledo

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ENSEIGNES DU COMMERCE - FRANCE - (SINAIS NO COMÉRCIO - FRANÇA)

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ENSEIGNES DU COMMERCE - (SINAIS NO COMÉRCIO)


Talvez você já deva ter visto vários sinais em lojas, ou não; o que importa é que agora você vai saber porque esta tradição ainda existe na França e como ela surgiu. 

1º Vamos entender como era o comércio antigo e como se localizavam.

Antigamente antes de existirem os "sinais", os comércios eram feitos com seus produtos diretamente expostos na frente de estandes de madeira (quando se tinha uma), ou em caixotes, ou então diretamente no chão em um espaço amplo onde se misturavam vários tipos de mercadorias e cada comerciante em seu espaço atendia os interessados em fazer troca ou comprar um produto. A isto se dava o nome que hoje conhecemos de "feira", protegidas pelos senhores FEUDAIS.

O RENASCIMENTO COMERCIAL E URBANO, a qual sem sombra de dúvida foi consequência das famosas CRUZADAS, fez com que através dela houvesse o contato entre o Ocidente e Oriente; e nasce deste contato a transição dos europeus dos costumes da Idade Média para as novas técnicas adquiridas através dos árabes mulçumanos. 

Técnicas aperfeiçoadas de metalurgia, técnicas de Navegação e construção de Barcos maiores (navios), os algarismos arábicos entre outros.

Vale ressaltar que o comércio voltou com força total devido a volta da circulação da moeda novamente na EUROPA devido a reabertura ao comércio cristão. (em outra matéria falarei sobre isto).

Hotel Saint-Martin
Colmar-Alsace, France
Muitos locais onde se organizavam as feiras deram origem a Burgos – núcleos urbanos com intensa vida comercial e ativa produção artesanal. Aqui surge também as Casas de Câmbio, devido a grande variedade de moedas em circulação, e também a cobrança de impostos.


Com as novas técnicas de metalurgia adquiridas e o crescimento do comércio, os vendedores sentiram a necessidade de mostrar o seu estabelecimento, pois eles com a evolução deixaram a concentração de "feiras" e passaram a ter em suas casas (lojas) a "cofragem" (tipo de muro com suporte para exposição de mercadorias em frente a loja do lado de fora, diretamente em contato com os pedestres na rua. Os donos ficavam diretamente na porta ou algum funcionário para atender os clientes. As lojas ou oficinas mais sofisticadas tinham a frente de vidro para que os donos pudessem ver a chegada do cliente.

Saint Malo, France Biblioteque

Era assim pois foi a maneira mais simples e direta do cliente saber o que procura e onde comprar (tecidos, alimentos, aves, pães, sacolas de viagem, forjaria, etc).

Isto acontecia profundamente nas cidades medievais ... Junto às principais ruas e lugares: casas. No piso térreo de cada um deles, ou quase: uma tenda. 

 A partir da era do Renascimento, os cliente começam a frequentar dentro das lojas, isto devido a um elemento chave: O "SINAL" (Ensign), o ápice da inteligência e a primeira tentação aos clientes e proprietários. Conforme escreveu Henri Baudin em 1905, "a (Ensign), foi a alegria e adorno das ruas; ela quebrou as linhas monótonas; ela colocou cor, ouro, luz ambiente na cor cinza do nosso país; deu as casas uma atmosfera de festa perpétua".

A palavra SINAL vem de "signum" ou seja, a indicação, Índice de identidade, autenticidade. Por volta do século XIII, para quem conhece história, sabe que houve expansão da maioria das cidades na Europa, e com a necessidade de identificação das casas, lojas e pontos chaves da cidade como as ruas. Os "sinais" começaram a crescer juntamente com elas e também a necessidade de um design único que identificasse uma casa ou comércio, e as ruas começaram a ter nomes próprios.

Créperie - Le Faou, França
Porém nem tudo era fácil assim, pois a maioria eram analfabetos, então os comerciantes usavam formas de desenhos que os identificassem, variava muito conforme a técnica usada e o que o comerciante queria. Havia de madeira, ferro ou os dois juntos. 


O que impressionava era justamente a disputa dos comerciantes que tentavam fazer um "sinal", maior que o outro vizinho ou concorrente, para poder chamar a atenção de longe, ou os trocadilhos de palavras. As vezes se dava a atender outra coisa e não justamente o que se queria anunciar ou vender.

Agora imagine você a poluição visual. Por causa destas disputas, as ruas começaram a ter problemas como o escurecimento delas, o ranger como também alguns acidentes com o despencamento dos sinais maiores atingindo inclusive pedestres. Começou a se ter muitas queixas e com a proliferação, houve-se a necessidade de um decreto que regulamentasse as dimensões e quem poderia usar.

Napoleão em 1810, nomeia uma comissão para corrigir os erros demasiado alto nas lojas parisienses. no século XVII, o que determinou também a diminuição e o padrão comumente usado ainda hoje, era o preço, a segurança e material usado. Com isto surge os sinais nas paredes também através de arte. Isto chamou a atenção de alguns artistas na época. 

Na realidade os comerciantes tinha 3 opções na antiguidade:
1- pendurar seus produtos do lado de fora
2- usar um objeto do comércio que o caracterizasse
3- Ou uma indicação escrita, mas este nem sempre ajudava, pois como disse anteriormente a maioria era analfabeta.
 Paris - France


Com o decreto de Napoleão, as regras básicas eram:
1- O sinal deveria ser de madeira ou ferro, porém fixa na parede
2- Não podia exceder a um certo tamanho, para não deixar as ruas feias (não sei precisar o tamanho).
3- Sinal no chão,  tipo cavalete que não atrapalhasse a passagem.
4- Sinal na parede.

No entanto, quase todas as lojas tem o sinal pendurado em um braço e pintado em ambos os lados de um painel madeira ou metal. Alguns são esculpidos e alguns de ferro forjado.
Dada a sua diversidade, os sinais passou a estampar a maioria de todo o tipo de comércios, onde acabou chamando a atenção para profissionais como: pintores, ferreiros, marceneiros e escultores.

Não há como negar que existe um mais lindo que o outro e com certeza na época antiga até os dias atuais ela continua sendo um charme e um ícone de cada comércio.


Hoje as prefeituras tem uma regulamentação mais ferrenha para os sinais, mas não deixou este maravilhoso ícone europeu morrer na história. 

Alsace, France
Tanto que há galerias em Paris, lojas e no interior da França que há inúmeros sinais, como também o Museu Carnavalet, em Paris, possui uma sala somente de placas antigas do século XVI até o século XX. A mais famosa do museu é o "Chat Noir", um cabaré famoso de Montmartre fundado em 1881. Vale uma visita a esta enorme sala com preciosidades de sinais.

Empresas especializadas, fazem manutenção nas antigas placas; como com novos materiais do século 21 que  imitam e relembram os antigos sinais, fabricam novas placas.

Aprecie as imagens e diga você mesmo se é ou não um ícone da história que deva ser valorizada ainda por muitos anos.

Agora quando for a França novamente, veja com os olhos um pouquinho para cima e irá se encantar com os mais variados tipos de sinais.


“Où il n’y a pas d’église, je regarde les enseignes, pour qui sait visiter une ville les enseignes ont un grand sens”. - Victor Hugo, 1840


Fontes de inspiração:


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PLACE DE LA RÉPUBLIQUE (PARIS) - DICA PARIS DR

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11º ARRONDISSEMENT - PARIS

PLACE DE LA RÉPUBLIQUE

A Praça da República é um local de 3,4 hectares e está localizada no limite do 3 ª , 10 ª e 11 ª arrondissements de Paris . Normalmente ela era chamada de Place du Chateau d'Eau até 1879 , ela é a principal artéria em Paris.

Na história, a praça corresponde ao bastião da porta do Templo , na parede de Carlos V, que data do século XIV, e ela foi adornada em 1811 com uma fonte chamada de Château d'Eau , projetado por Girard , até então era apenas uma pequena praça triangular. 


Quartel do Chateau d'Eau a Guarda Republicana
antes da Primeira Guerra Mundial , bem como bondes para os subúrbios orientais

Durante o Segundo Império ela recebeu a sua principal característica, com a perfuração do Boulevard Magenta , que hoje é Avenida da República e avenida Príncipe Eugene, agora dedicada a Voltaire .

Em 1866 , Gabriel Davioud , arquiteto da cidade de Paris, construiu através do lado norte da praça as Lojas combinadas . E levantou em 1867 uma segunda fonte , 25 metros de diâmetro e adornada com oito leões de bronze que por Girard foi considerada inadequada por dar entrada no pátio do matadouro local (frigorifico)para o mercado La Villette (atual local Fontaine-aux-Lions ) para servir como bebedouro para o gado.
Em 1883, um monumento à República foi inaugurado no centro da praça. Em 1889, seis anos após a inauguração do monumento, recebe o nome oficial que é até hoje de PLACE DE LA RÉPUBLIQUE.

FATOS CURIOSOS DE PARIS - A MENOR RUA (largura e extensão) E SUA LENDA

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RUE DU CHAT-QUI-PÊCHE (e sua lenda)

PORQUE ELA É TÃO FALADA?

Rue du Chat-qui-pêche (Rua do gato que pesca) é uma das ruaa mais estreita da capital, e fica no 5º arrondissement, entre a "Galerie de la Huchette nº14" e o "Bar Latin Corner nº12" ambos na Rue de La Huchette . Sua largura é de 1,80 por 29,00 metros de comprimento, e liga a "Quai Saint Michel" a margem do Rio Sena. O tamanho do registro é debatido. Alguns consideram com apenas 90 cm de largura, mas vendo pelas fotos, ve-se claramente que não.

Independentemente disso, esta rua foi inaugurado em 1540 sob o nome de Ruelle des Etuves ou Rue du Renard. Algum tempo depois, um sinal que caracteriza um gato colocou fim a estes desentendimentos.

Diz-se que no século XV, o gato preto de um alquimista que viveu lá tornou-se famoso, graças a seu talento pescador. Com sua extraordinária habilidade para extrair o peixe do rio com suas patas.

Eis o que diz a placa na entrada da Rua:

Uma placa histórica na rua diz o seguinte legenda:

A história diz que, no século XV, um cânone Dom Perlet nomeado como mago na alquimia na companhia de um gato preto muito inteligente: Este gato conseguiu extrair com sua pata "inteligente" um peixe do rio Sena, bem perto da rua. Três estudantes moradores na região, convencidos de que este foi um acordo diabólico do alquimista; planejaram matar o gato infeliz e jogá-lo no rio. 

Eles estavam certos de que o alquimista e o gato preto eram um só - e ele era o diabo. O gato morto e o alquimista ... desaparece para reaparecer mais tarde: ele tinha ido em uma viagem! Quanto ao gato, ele estava pescando novamente pacificamente na borda da água.



Texto e Redação: Rogério Toledo

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CHEGUEI EM PARIS E AGORA ONDE EU VOU PRIMEIRO?

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CHEGUEI EM PARIS E AGORA ONDE EU VOU PRIMEIRO?

SESSÃO SUPER DICAS - PARIS

Você já se imaginou chegando em Paris com a família ou amigos, e sentir aquela euforia e ao mesmo tempo sem saber o que fazer primeiro, onde vou, minhas malas, etc... (LEIA TODO O TEXTO)


Dica

Ao desembarcar da aeronave, mantenha acalma e siga o fluxo de pessoas, tenha em mãos o passaporte brasileiro, visando à agilização de seu atendimento no controle migratório e o endereço de onde vai ficar. Fique atento à sinalização na área de desembarque internacional para dirigir-se ao local específico de atendimento ao cidadão brasileiro. Diplomatas, gestantes, idosos e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida podem utilizar o atendimento em guichê preferencial.

Pronto, eu passei  e agora?

Tenha em mãos o endereço, se você está indo por conta própria, com certeza deve ter feito um planejamento perfeito em qual transporte você utilizará para ir ao seu hotel.
Bem, você utilizou o transporte RER, ou metro, ou táxi, fez check-in no seu hotel e vai desfazer as malas e descansar para conhecer a nossa linda Paris.

RELÓGIO DO SÉCULO XVI EM PARIS DÁ HORAS PRECISAS ATÉ HOJE

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RELÓGIO DO SÉCULO XVI EM PARIS DÁ HORAS PRECISAS ATÉ HOJE

Relógio Público no Conciergerie

Talvez seja por isso que os parisienses, nunca perderam a hora!

João II construiu uma torre no ângulo nordeste do Palácio da Cidade. Esta torre de observação retangular foi chamada  de "Torre do Relógio" porque foi ali que se instalou o primeiro relógio público da França  em 1371. 
O circulo mostra a torre do relógio
No ano de 1370, o rei Carlos V, fez a encomenda deste lindo relógio, para o público ver as horas com precisão, no passar do tempo cada rei foi dando o seu toque real no relógio e hoje ele está lindo como você vê nas fotos.
Relógio público de Paris
Este relógio foi substituído, sob o reinado de Henrique III, em 1585, pelo de Germain Pilon, ainda no local após múltiplas porém fiéis restaurações às decorações em homenagem a Henrique III.

São raras as pessoas que vêem este relógio, pois Paris tem tanta coisa para nos oferecer, que acabamos pecando em não conhecer detalhes desta magnifica cidade, olhando somente para os lados. Quando se vai pela primeira vez, queremos absorver tudo ...que na realidade não vemos nada.

Se você foi a Paris e não viu, fica a dica. Quando passar pelo Concierge lá no coração da Île de la Citê, levanta a cabeça um pouquinho e você irá contemplar esta maravilha. Ops...

Já ia me esquecendo, Todo o conjunto na Île de la Cité, foi a residência real de Paris do 5º ao 14º século. Porém hoje é conhecida como um lugar simbólico da famosa Revolução Francesa que aprisionou neste local os alguns revolucionários entre outros, a rainha Marie Antoinette um tempo antes de sua execução diante dos franceses em praça pública.
Ile de la Citè
Voltemos ao relógio.

Esta jóia rara nos fornece a hora precisamente a 644 anos, e o mais impressionante é os lindos detalhes que você encontra nele. Porém há muita gente quem nem sabe que ele existe, pois não tem costume de ao fazer turismo na cidade, olhar um pouco para cima. E olha que Paris tem muito história acima de nossos olhares.

Se você olhar atentamente bem próximo ao relógio, na parte de cima dele, você vai ver listado as iniciais entrelaçadas dos reis (veja a foto): os "H e o C" são do Henri II e a rainha Catarina de Médici, e o "H e o M", são do rei Henri IV e sua rainha Marguerite de Valois. 

Inicias dos reis no relógio

No relógio tem dua figuras interessantes, da esquerda representa a Lei e a direita representa a Justiça. a frase em latim significa "Aquele que já lhe deu duas coroas dar-lhe um terceiro " esta coberto de coroas da França e Polônia, período do reino de Henri III, ele também teve seu restauro em datas diferentes que foi (1852, 1952 e o último foi em 2012).

Faça esta visita e veja estes lindos detalhes, com certeza você terá algo diferente para fotografar e mostra aos amigos com a história por tás deste monumento.

Texto e Redação: Rogério Toledo

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